domingo, 21 de janeiro de 2007

Aqui, sei lá

Na votação de "melhor português de sempre" (algo que, por natureza, é iniciativa um pouco bizarra e de injusta exequibilidade), por enquanto, balanceio-me entre D. João II e Infante D. Henrique. Também admito poder pender para o Marquês do Pombal.
O objectivo final do programa não anda longe do idiota, o gasto de tempo com os 50 últimos dentro dos 100 torna-se uma inutilidade folclórica, oesquema de construção da votação é um lugar demasiadamente comum, mas os debates e as argumentações cabem já no interessante e a missão de fazer chegar facilmente a História é quase brilhante.
Quem terá sido, enfim, segundo o meu critério, o português que melhor ajudou a nação e o presente de nós todos, por especial mérito e efectivo esforço, e não por casual "arte" ou um mero empenho com bons ventos, é coisa do mais complicado que há.

Quanto ao aborto, a minha decisão não será perfeitamente absoluta e inabalável, se bem que os (longos) tempos de reflexão e hesitação terão já passado eventualmente. Já votei "Sim" a pergunta idêntica (parecida, pelo menos).
Não conto agora não votar "Não".

1 comentário:

pvnam disse...

«««mini---spam»»»

Nativos europeus:
-> uns gajos com um FIM TRISTE no planeta

---> A História mostra muito claramente que a Parasitagem Branca (a maioria dos europeus) adora elevar artificialmente o seu estatuto na sociedade:
-> primeiro, foi através da utilização escravos;
-> depois, foi através da importação de mão-de-obra servil imigrante ao 'preço da chuva'.


---> Hoje em dia, ainda não é muita gente que anda a condenar a Parasitagem Branca.
---> Todavia, no futuro (quando, pela evolução demográfica, os nativos europeus forem uma minoria na Europa), os não-nativos naturalizados europeus, massivamente, irão condenar a Parasitagem Branca.
---> Os nativos europeus (leia-se Parasitagem Branca) serão considerados Parasitagem conspurcadora da História da Humanidade... e irão ter UM FIM TRISTE no planeta: nem sequer lhes será concedido o Direito de Voto.


NOTA 1:
-> Antes que seja tarde demais... os Nativos Europeus (que não se identificam com a Parasitagem Branca) devem reivindicar o legítimo Direito ao SEPARATISMO ÉTNICO AUTÓCTONE (a divisão dos países)...

NOTA 2:
-> O Velho Truque (branquear parasitagem... por intermédio de 'caridade'...) já não funciona!...
-> Desesperadamente (a todo o custo) a Parasitagem Branca pretende implementar a ideia de que a Substituição Populacional (que está a acontecer na Europa) deve ser considerada um «processo absolutamente natural», e não, considerada um processo resultante da acção de um bando de Parasitas no Planeta... consequentemente... eles são INTOLERANTES para com a existência de Reservas Naturais de Povos Nativos [Estados Étnicos] - para a preservação das Identidade Étnicas Autóctones.